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Oportunidade quase nunca é óbvia e raramente cai no colo. Ela costuma aparecer disfarçada, e só é vista por quem está com a atenção ligada no que muda ao redor.
Por isso a mente aberta importa tanto. O sinal pode vir de uma conversa casual com um colega ou de uma tendência de mercado — e quem já decidiu como o mundo funciona não enxerga nenhum dos dois.
Reconhecer também pede pensamento criativo: questionar o que sempre foi feito assim, desafiar a suposição confortável e olhar o problema conhecido por um ângulo novo.
Mas ver não basta. Oportunidades não acontecem, você as cria — e criar exige risco calculado e ação. Reconhecemos as oportunidades, ou só as identificamos depois que outro pegou?
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