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Líderes eficazes assumem responsabilidade pelos próprios erros. Quando quem lidera admite a falha e age para corrigi-la, ensina pelo exemplo o que espera dos outros.
Isso depende de uma cultura onde admitir erro não custa punição. Sem segurança para falar, o erro não some — ele apenas fica escondido até ficar caro demais.
Reconhecer também é escutar. Aceitar crítica construtiva e considerar a perspectiva de quem discorda exige humildade, e é o que impede o líder de decidir sempre dentro da própria bolha.
Corrigir pede ação rápida e, depois, análise do que causou a falha para que não se repita. Reconhecemos e corrigimos erros — ou apagamos incêndio e seguimos sem entender a origem?
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